Memória: Explosão provocou tragédia em 1976

 

 

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Em setembro de 1976, o estrondo de uma explosão foi ouvido em toda a cidade. Um caminhão, que transportava uma tonelada e meia de dinamite,  pegou fogo e depois explodiu, deixando dois mortos e dezenas de feridos no bairro Cabral. O jornalista Ney Hamilton foi um dos primeiros a chegar. Ele trabalhava no Instituto de Biologia (Depois Tecpar) , que ficava na Rua dos Funcionários, a uma dez quadras.  Com o estrondo os vidros do laboratório cairam no chão.

Ele foi ver o que tinha acontecido, pensando ser uma queda de avião. Mais perto, pela coluna de fumaça, imaginou ser a explosão de um posto na Avenida Munhoz da Rocha. Ficou impressionado pelo numero pássaros mortos ao longo do caminho. E com os vidros de casas que quebraram, a quase um quilometro, em ondas de maior ou menor intensidade.

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No local o caminhão em pedaços não era mais identificado, havia uma cratera e um pedestre morto, atingido por parte do motor do caminhão. Ao redor as casas de madeira estavam destruídas ou destelhadas, e os fios de luz estavam no chão. Parte do motor do caminhão foi parar em cima da marquise da Fábrica de Biscoitos Lucinda, que ficava a mais de 100 metros do local da explosão. A tragédia só não teve mais vítimas porque o motorista e o ajudante do caminhão viram o fogo,  e sairam gritando para alertar os moradores.

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Vídeo da Band Curitiba sobre o caso.

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Foto de Orlando Kissner da “Tribuna do Paraná”.

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O local da explosão atualmente.

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Mapa do ponto da explosão no Bairro Cabral de Curitiba.

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Foto de A. Bichells

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Foto de A. Bichells

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Foto de A. Bichells

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Livro sobre a explosão de Anna Carolina Azevedo.

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Redação Paraná em Fotos

Portal Paraná em Fotos